Acordamos umas 9 horas, ainda com sono e cansadas, fomos buscar algum outro lugar para ficar. Depois de muito procurar, vimos que San Francisco ia ser um lugar muito complicado de hospedagem. Enquanto nos outros cantos a gente chorava se tinha pagar 40 dólares num sofá-cama, aqui os quartos com diária de 80 a 100 dólares já estavam cheios pro final de semana. É o que acontece quando uma cidade mega turística encontra a especulação imobiliária bizarra. Novos ricos e velhos problemas…

Depois de perguntar pro nosso host chinês se o quartinho pequenino que ele tinha alugado pra gente na casa gigante dele estava disponível por mais dois dias (a casa era um sobrado bem espaçoso, com uma vista linda e diversos quartos que ele alugava. quando chegamos eu até perguntei quantas pessoas moravam ali, ao que recebi a seguinte resposta: só eu), acabamos tendo que buscar um outro quarto no airbnb, que dessa vez foi muito mais caro e, como veríamos depois, num bairro meio barra pesada e distante. Nesse outro local o quarto é melhorzinho, mais espaçoso e com cama grande, mas dá até um medinho de andar na rua. Parece uma espécie de periferia meio foda, mas é complicado sacar o quanto dessa nossa impressão é verdadeira. Tenho a impressão de que até os lugares mais barra-pesada daqui são fichinha se comparados a vários lugares do Brasil.

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Resolvemos fazer o passeio à Haith Street, Golden Gate Park e Golden Gate Bridge todo de carro, já que por aqui seria complicado pegar o transporte público e conhecer todos esses lugares no mesmo dia. Todo mundo diz que é foda estacionar em San Francisco, mas tivemos mais problema no lugar em que estamos nos hospedando, que é residencial, do que próximo aos lugares turísticos.

A Haith Street é uma rua super bonitinha e famosa. Bem hippie. Mas junto com os hippies de butique se junta a galera hippie de fato, mendigância way of life! Muita gente doidona na rua e a cada 10 metros que a gente andava vinha alguém: mushrooms? weed? Você fica louca por osmose. Deu pra perceber que a principal atração da rua não são as lojas (inclusive conhecemos a famosa Amoeba, uma loja de discos enorme e sensacional) ou mesmo os restaurantes (comemos num thai meio pé sujo, mas bem gostosinho), mas sim as pessoas. É meio que um desfile de doidão. Competição acirrada! No final das contas é um passeio bem divertido e por isso nos tomou algumas boas horas.

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Quase comprei um patins Seba! Mas não vai me escapar! Vou comprar um pouco antes de ir de volta para Austin.

Voltando a viagem. Fomos para a Golden Gate Bridge! Ponte muito gigante e muito legal! Por sorte fomos bater no view point que eu nem sabia que existia. Deu tudo certo, apesar daquele friiiiio e vento forte.

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Fomos para casa, comprar comidinhas no mercado e descobrir o que fazer a noite. Apriveitamos para comprar um six-pack de Blue Moon, mas foi a cerveja mais cara do mundo! Custou 11 dolares! Não sei, mas tivemos a impressão de que eles colocaram uma taxa de 50% por sermos turistas. Whatever.

Argh! Não conseguimos fazer nada! Apesar de rodar boa parte da cidade, não conseguimos encontrar alguma baladinha ou algo que fosse do nosso agrado. Ah sim! Sem contar com as 300 horas para estacionar todo irregular na calçada! Aaarrgghhh

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Amanhã será melhor.

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